Formulação assistida
A interface ajuda a descrever o problema, organizar objetivos e produzir uma primeira minuta com estrutura de projeto de lei.
Para cidadãos
A Constituição garante que um grupo de eleitores proponha uma lei na própria cidade. O Instituto IAcreditar oferece, de graça, o conhecimento e as ferramentas para percorrer esse caminho.
O problema
Para apresentar um projeto de lei de iniciativa popular no seu município, você precisa, ao mesmo tempo: dominar técnica legislativa, entender competência constitucional, mobilizar milhares de pessoas e comprovar cada assinatura contra o cadastro eleitoral.
É uma combinação que praticamente exige um escritório de advocacia e uma estrutura de campanha — exatamente o que um grupo de moradores não tem. Em quase quatro décadas de Constituição, pouquíssimas leis nasceram desse caminho.
O Instituto existe para reduzir essa distância. Não fazemos o trabalho por você: damos o mapa, a ferramenta e o apoio para que você faça.
O caminho
A ordem importa. Escrever antes de verificar a competência é o erro mais caro que se pode cometer.
Antes de escrever uma linha, confirme que o assunto é competência do município e que a iniciativa não é reservada ao Prefeito. Esse filtro elimina a maioria das propostas arquivadas.
Ler o guia de competência →São 5% do eleitorado da sua cidade. Descubra o número oficial no TSE, confira o que a Lei Orgânica exige em cada folha de coleta e planeje uma margem de segurança.
Calcular as assinaturas →Um projeto de lei tem forma fixa: ementa, artigos, parágrafos, incisos e cláusula de vigência. Nosso guia traz um modelo comentado, e a plataforma Democracia Pura ajuda a produzir a primeira minuta.
Ver o modelo comentado →A Procuradoria ou a Assessoria Legislativa da sua Câmara Municipal orienta cidadãos gratuitamente. Uma conversa de meia hora evita meses de trabalho perdido.
Protocolar não é aprovar. O projeto passa por comissões, plenário e sanção. Entenda o rito para saber onde e quando a sua presença faz diferença.
Entender o rito →A ferramenta
A interface ajuda a descrever o problema, organizar objetivos e produzir uma primeira minuta com estrutura de projeto de lei.
Agentes de IA apontam dúvidas, conflitos e pontos de melhoria no texto — sem substituir a revisão jurídica humana.
O produto organiza publicação, consulta e acompanhamento como base para um futuro piloto institucional.
A plataforma é uma demonstração aberta e gratuita. Ela não coleta assinaturas oficiais nem protocola projetos.
Perguntas frequentes
Não. A Constituição garante a iniciativa popular a qualquer grupo de eleitores. O que existe é uma barreira prática de técnica legislativa, e é exatamente isso que os nossos guias e a plataforma ajudam a vencer. Ainda assim, recomendamos revisão por alguém com formação jurídica antes do protocolo.
Nada. A biblioteca de guias e a plataforma Democracia Pura são gratuitas e abertas. O Instituto é uma organização sem fins lucrativos e não vende licenças, não cobra assinatura e não exibe publicidade.
No mínimo 5% do eleitorado do seu município, conforme o artigo 29, inciso XIII, da Constituição Federal. O número absoluto depende do tamanho da sua cidade e você encontra o eleitorado oficial no portal do TSE.
Ainda não. A plataforma apoia a formulação do projeto de lei. A verificação digital de apoios é a etapa seguinte da arquitetura e depende de integração autorizada com o ecossistema gov.br e de aceitação pelo município. Hoje a coleta continua sendo física.
Não. A minuta é um ponto de partida qualificado, não um texto pronto. A revisão humana é obrigatória, e a consulta prévia à Procuradoria da Câmara Municipal é o passo de maior retorno em todo o processo.
Depende. O município legisla sobre assuntos de interesse local, e certos temas são de iniciativa exclusiva do Prefeito. Nosso guia sobre competência municipal traz um teste de três perguntas para você verificar isso antes de escrever.
Escreva para o Instituto. Respondemos dúvidas sobre iniciativa popular sem custo — e, se o seu município tiver interesse, podemos propor um piloto gratuito.