Como atuamos

Cooperação pública do problema ao aprendizado.

O Instituto estrutura futuras cooperações com entes públicos e comunidades para testar tecnologia aberta em pequena escala, medir utilidade e compartilhar o que for aprendido.

Três etapas, sempre na mesma ordem.

O método é o mesmo para produto e para pesquisa. Ele existe para impedir que a ferramenta venha antes do problema.

  1. 01

    Definir o problema

    Mapear usuários, barreiras, regras aplicáveis, dados disponíveis e o valor público que precisa ser entregue. Nesta etapa não se decide qual tecnologia usar — decide-se o que significa resolver.

    O produto dessa fase é uma descrição do problema que o próprio ente público reconhece como fiel, com indicadores do que seria uma melhora real.

  2. 02

    Construir e testar

    Preparar um protótipo delimitado, com supervisão humana, acessibilidade e critérios de avaliação definidos previamente com o parceiro público. Escala pequena e reversível, em ambiente segregado e com dados fictícios até que a análise jurídica do ente autorize o contrário.

    Testar com usuários reais da ponta — cidadãos e servidores — e não apenas com quem encomendou a solução.

  3. 03

    Documentar e abrir

    Registrar decisões, resultados e limites para que o conhecimento possa ser auditado, reaproveitado e aprimorado. Inclui o que não funcionou: um piloto que falha e é documentado vale mais para a próxima cidade do que um piloto que dá certo e não é explicado.

Tecnologia não substitui governança.

Projetos públicos podem envolver direitos, dados pessoais e decisões sensíveis. Por isso, o desenho considera finalidade, minimização de dados, controle de acesso, registro de operações, segurança, revisão humana e canais de contestação.

Nenhum modelo ou plataforma garante conformidade por si só. As soluções precisam ser avaliadas no contexto do órgão e submetidas às análises técnicas, jurídicas e administrativas competentes.

Ler o guia de LGPD em plataformas de participação →

O que verificamos antes de qualquer operação real.

01

Base legal

Definição por escrito da base legal de cada finalidade e dos papéis de controlador e operador, antes de qualquer tratamento de dado pessoal real.

02

Supervisão humana

Nenhuma decisão sobre direitos é automatizada. A saída da IA é insumo para revisão humana, com registro de quem revisou e quando.

03

Minimização

Cada campo coletado precisa de justificativa própria. Campos "que podem ser úteis depois" não entram.

04

Reversibilidade

O piloto precisa poder ser interrompido sem prejuízo ao serviço existente e sem perda de informação para o ente público.

05

Acessibilidade

A jornada é avaliada quanto a acessibilidade desde o desenho, e não como ajuste posterior ao lançamento.

06

Contestabilidade

Precisa existir um caminho claro para que uma pessoa questione um resultado e obtenha revisão por um ser humano.

Democracia Pura como aprendizado público.

O primeiro ciclo do Instituto é dedicado ao Democracia Pura. A proposta de piloto municipal gratuito permitirá verificar se a plataforma torna a iniciativa popular mais compreensível sem enfraquecer os requisitos legais e institucionais.

O Instituto não vende licenças do MVP nem exibe publicidade de terceiros. O foco desta fase é validar utilidade pública e produzir conhecimento aberto.

Conhecer o piloto proposto →

Quer aplicar esse método na sua cidade?

A etapa inicial do piloto é custeada integralmente pelo Instituto, sem cobrança ao município participante e sem compromisso de contratação futura.