Fundamentos
Serviço público e valor ao cidadão. O que modelos de linguagem fazem e o que não fazem. Limites, alucinação e verificação. Proteção de dados e LGPD aplicada. Ética e vieses. Acessibilidade como requisito, não como ajuste posterior.
Formação
Duas frentes com o mesmo propósito. Os cursos abertos estão no ar e qualquer pessoa pode se inscrever hoje. A formação presencial acontece dentro dos pilotos municipais e ainda não começou.
Primeira frente · no ar
Os cursos abertos do Instituto são a distância, no seu ritmo, sem aula ao vivo e sem seleção. A inscrição é imediata enquanto a turma estiver aberta, e o certificado é emitido automaticamente quando todas as atividades são entregues.
O certificado é gratuito, hoje e sempre. O Instituto é uma organização sem fins lucrativos e não cobra pela formação nem pela emissão do documento. Cada certificado carrega um código de verificação, e qualquer pessoa — o RH do seu órgão, uma banca, um gestor — pode conferi-lo sem login e sem falar com o Instituto.
Os cursos são desenhados para quem trabalha no serviço público, mas nada impede que alguém de fora participe, e o certificado é o mesmo.
Segunda frente · ainda não iniciada
Curso a distância resolve o fundamento. O que ele não alcança é a ponte entre a ferramenta e o problema concreto de um município — as regras locais, os sistemas que já existem, os usuários reais e as restrições jurídicas.
Por isso o Instituto mantém uma segunda frente, presencial e vinculada aos pilotos. Ela integra servidores e jovens locais aos projetos formalizados com entes públicos, e a aprendizagem parte do problema, das regras e dos usuários do próprio território. Essa frente ainda não começou, e depende de piloto formalizado.
Uma solução pública não produz autonomia quando apenas transfere dependência para um novo fornecedor. A formação vinculada ao projeto ajuda equipes locais a compreender decisões técnicas, fiscalizar resultados e participar da evolução do produto.
Ementa prevista da formação nos pilotos
Serviço público e valor ao cidadão. O que modelos de linguagem fazem e o que não fazem. Limites, alucinação e verificação. Proteção de dados e LGPD aplicada. Ética e vieses. Acessibilidade como requisito, não como ajuste posterior.
Uso de ferramentas em ambiente seguro e segregado, com dados fictícios. Desenho de fluxo com supervisão humana. Definição de critérios de avaliação. Revisão por mentores e responsabilidades formalmente definidas.
Documentação de decisões e limites. Avaliação de resultados contra os indicadores combinados. Capacidade local para manter e aprimorar o que foi construído depois que o piloto termina.
Como a formação nos pilotos será organizada
Servidores municipais das áreas envolvidas no piloto e jovens residentes no município, com prioridade para quem tem vínculo com a rede pública de ensino ou com organizações locais.
Encontros presenciais e remotos combinados com a Prefeitura e a Câmara participantes, articulados ao cronograma do próprio piloto.
Serão públicos e definidos em conjunto com o ente participante antes da abertura das inscrições, com atenção a diversidade e a vínculo com o território.
Sem custo para os participantes. Nesta frente presencial, a emissão de certificado e sua natureza serão definidas no instrumento de cooperação com o município — diferente dos cursos abertos, onde o certificado gratuito já é garantido e automático.
Por que isso importa
Quando uma prefeitura adota uma tecnologia sem formar pessoas, cria dependência. Quando forma pessoas sem lhes dar problemas reais, produz conhecimento que dificilmente se consolida.
O Instituto une as duas pontas: produtos úteis construídos com mentoria e formação de talentos do próprio território. Quando essa frente for iniciada, atividades, público, critérios de seleção e resultados serão publicados na área de transparência.
Gratuitos, a distância, sem seleção e sem lista de espera, com certificado gratuito emitido automaticamente ao final. Se o seu interesse é a formação presencial dentro de um piloto municipal, entre na lista de espera dela.